quinta-feira, 23/09/2021

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Casos de Caxumba chamam atenção em Teresina entre idades diferentes

bb34f869-6453-4595-8928-78daafc2c738[1]A Prefeitura de Teresina está atenta aos casos de Parotidite infecciosa (mais conhecida como caxumba ou papeira). A Fundação Municipal de Saúde (FMS) elaborou uma nota informativa para ser distribuída entre as Unidades de Saúde da capital, orientando médicos e outros profissionais sobre o manejo da doença.

A caxumba é uma doença viral de evolução benigna, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares, geralmente a parótida e, às vezes, sublinguais ou submandibulares. “Não existe tratamento para a caxumba, indicando-se apenas repouso, analgesia e observação cuidadosa quanto à possibilidade de aparecimento de complicações”, afirma Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

No Brasil, a caxumba não é uma doença de notificação compulsória. No entanto, a FMS orienta que as Unidades de Saúde realizem a notificação, para que seja feita a identificação e investigação de possíveis surtos no município. “Entende-se como surto de caxumba a ocorrência de pelo menos dois casos em ambientes fechados como creches, escolas, ambientes de trabalho, entre outros”, explica Amariles Borba.

Em caso de identificação de caso nesse tipo de ambiente, é realizado o bloqueio preventivo da doença, por meio da vacinação imediata dos frequentadores destes mesmos locais e demais contatos do paciente, evitando assim o aumento de sua incidência.

A vacinação é o instrumento disponível para controle da doença. O esquema vacinal recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações inclui a administração da vacina tríplice viral (que também protege contra sarampo e rubéola) aos 12 meses de idade e um reforço aos 15 meses com a vacina tetraviral (que, além das três doenças, protege contra catapora). Conforme o calendário, todas as crianças e adolescentes até 19 anos de idade devem ter duas doses de vacinas que protejam contra sarampo, caxumba e rubéola, enquanto indivíduos de 20 a 49 anos que não apresentarem comprovação vacinal devem receber uma dose de tríplice viral.

A transmissão da caxumba ocorre por via aérea, disseminação de gotículas, ou por contato direto com saliva de pessoas infectadas. O período de incubação varia de 12 a 25 dias. Seu período de transmissibilidade varia entre 6 e 7 dias antes das manifestações clínicas até 9 dias após o surgimento dos sintomas.

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